Empresário pena.

Primeiro porque nego pensa que você é magnata. Em qualquer circunstância onde você é obrigado a dizer sua profissão, você tem de ouvir as fatídicas perguntas (essas são as que me lembro mais comuns):

- Empresário? Dono de agência? Nossa, por falar nisso...

a) ...sou tão criativo. Me dá um emprego? Me dá um estágio?
b) ...tenho um sobrinho que mexe com computador e fez um cartão de visitas pra mim. Gênio. Dá um emprego pra ele?
c) ...patrocina a apresentação do time de judô do afilhado de minha cunhada?
d) ...você é um abençoado! é uma vida fácil, né? Não faz nada, só manda nos outros. Vidão!
e) ...já viu como tem tanto empresário corrupto por aí? É por isso que o brasil não vai pra frente.
f) ...faz um convite pro aniversário do meu filho?
g) ...você come muita modelo?
h) ... dá uma olhada no meu blog/portifolio e me diz sinceramente o que você acha. Tenho um blog/portifolio foda e ninguém me contrata.

Daí esse post é uma resposta definitiva pra esse tipo de questionamento.

Letra por letra. Sem passar manteiga:

a) Todo mundo é criativo. Que bom que você também é. Agora vem a pegadinha: se eu fosse depender de ser criativo e inspirado todo dia eu tava fodido. Publicidade, malandragem, é técnica. Se aprende, mas achar que é fácil é um engano relativamente comum. Confundir com arte é outro.
Agora vamos pra parte da grosseria explícita: se eu fosse médico oftalmologista, você iria me pedir uma gotinha de colírio? Ou proctologista, você iria pedir pra eu enfiar um dedinho no seu cu? Não, né? Só porque eu sou empresário, nego acha que eu tenho um cabide de empregos debaixo do suvaco. E eu não sou órgão do governo pra criar bilhares de vagas de emprego todo mês. Quando abre vaga pra contratar gente eu aviso. Se você for bom mesmo, entra na disputa. Mas tem muita gente boa por aí, não vá achando que é fácil. Tá disposto a ouvir críticas duras, escrotas, sem manteiguinha, todo dia? Tá disposto a perder noite, trabalhar feito um mouro? Tá disposto a resolver problemas cavernosos com elegância e um sorriso no rosto? Tá disposto a fazer sacrifícios?
Ok, pode ser que essa profissão seja pra você.

b) Manda seu sobrinho falar comigo. Agora: se o portifolio dele se resume a cartão de visita criado pra tia, sorry, mas ele tem que comer muita alfafa ainda.

c) Não. o time de judô do afilhado de sua cunhada é irrelevante. Não tenho dinheiro pra patrocinar nada. Malmente me sustento.

d) Vidão é minha caceta. Tá achando que é moleza? Vai lá e faz o que eu faço com o mesmo sorriso no rosto que eu carrego diariamente.

e) É, tem muito corrupto. Mas não só empresário. Tem médico, advogado, engenheiro. Corrupção não é privilégio de uma profissão específica, por isso não deduza nada sobre mim nem insinue que empresário é desonesto com base nos estereótipos e preconceitos que você carrega. Me fodo, e muito, sendo honesto. Não engorde a lista de motivos, já extensa, pelos quais eu me sinto um otário pagando esse monte de imposto que pago.

f) Não me peça de graça a única coisa pela qual eu posso cobrar pra sobreviver. Só sei fazer isso. O outro caminho é a mendicância.

g) Não. E quase nenhum publicitário come. Tirando o Roberto Justus. Mas eu acho que nem ele.

h) Você quer uma opinião sincera ou uma massagem no ego? Sei fazer as duas coisas bem. Mas se você quer sinceridade, prepare-se: eu sei ser um excelente advogado do diabo. Quer uma crítica que vai situar MESMO seu trabalho? vou fazer, mas depois não venha com mimimi. Mas deixa eu poupar seu tempo: se seu treco fosse REALMENTE FODA, você já estaria contratado. Um talento como esse não passa despercebido. Baixe o ego, chegue na humilde, trabalhe, trabalhe e trabalhe, melhore todo dia e volte com menos ruído e mais substância.

O Caio, meu brodi, do sempre excelente Blogcitário, fez um post sobre uma ong na Austrália que começou uma campanha com o objetivo de impedir a propaganda de redes de fast food. Aqui no Brasil, segundo o post, também tramita algo parecido...

O vídeo, que peguei lá no blogcitário, é esse aqui.



Qualquer pessoa minimamente entendida em análise de discurso entende os objetivos da campanha (e porque colocar o hamburger fumando e tal). Mas eu nem sei como classificar um negócio desses.

É grosseiro, é desnecessário e é ofensivo.
Qualquer mané faria uma propaganda melhor.

Eu fico pasmo, sinceramente.
E volto a repetir um discurso que, quem me conhece sabe, é recorrente.
Comentei lá no blogcitário:

Cara, é como eu digo sempre: a sociedade se eximiu de educar seus próprios filhos.
E o estado começa a se meter em questões que, realmente, excedem sua competência.

Se junkie food é ruim, proíbe-se e ponto.
Por que se pode vender big mac e não se pode anunciar?

Vivemos tempos difíceis. O aroma do totalitarismo ronda.

E você, acha que a solução é proibir toda propaganda ou educar melhor nossos filhos? (pergunta complexa que traz, embutidinho, meu posicionamento, mas ainda assim quero ouvir sua resposta).

O mundo é cão.
E é de grande ajuda ter, na sua criação, uma pessoa escrota, doente e que enxergue putaria em tudo.
Pessoas assim são menos sociáveis e tudo mais, mas na hora que um anúncio assim...

... estiver saindo da criação, ele vai olhar pra coisa com mais maldade e evitar a vergonha.

Você não acompanhou, mas tá rolando uma treta bizarra no twitter envolvendo a Xuxa. Aquela mesmo, que namorou o Pelé, a rainha dos baixinhos, a mãe da Sasha. Aquela.


O seguinte é esse: como diversas outras celebridades (Luciano Huck, Ivete Sangalo e tantos mais), Xuxa resolveu entrar no twitter. Claro que BILHARES DE BILHÕES de pessoas passaram a seguir a Rainha dos Baixinhos lá na parada. Ela é, ainda, uma referência forte da infância de muitos de nós (da minha, inclusive).

O problema foi logo na chegada: Xuxa só twittava em caps lock. Como qualquer pessoa mais habituada a utilizar redes sociais da internet com um mínimo de netiqueta sabe, escrever com caps EQUIVALE A GRITAR no ambiente virtual. Alertada por alguns seguidores, Xuxa alegou que "esse era seu jeitinho" de escrever e quem a conhecia entendia isso.


Bastou: milhares de twitts esculhambando a atitude, a falta de educação digital, etc, etc... Mas a coisa piora... Xuxa avisou que Sasha iria twittar do set do filme que a menina está encenando, e a garota, que, se não me engano, tem 11 anos, escreveu algo como "tô indo gravar minha próxima sena com um bode. beijinhos". Depois da queda, o coice - xuxa twitta: "sasha gravou com um bode e está indo gravar com uma cobra".

Você, leitor maldoso, se ligou no tamanho do "lá ele".

De novo: bilhões de twitts crticando o erro gramatical da garota. Xuxa ainda tentou justificar, falando algo como "Sasha errou porque foi alfabetizada em inglês", e aí, camarada, esse monte de gente desocupada que frequenta o twitter e se sente dona do ambiente virtual fez tantas, tantas, tantas piadinhas grosseiras e desrespeitosas sobre o assunto que Xuxa se retirou do twitter.

Ok, essa é a história.
Mas por que isso tá aqui no Diário da Criação?
O que é que isso tem a ver com publicidade?

Várias lições valiosas pra gente, que mexe com publicidade:
a) Com o advento das redes sociais, não há mais filtro de assessores, rp´s, marketeiros, assessores de imprensa e todo este batalhão de profissionais entre o artista e o público. Isso é fantástico, e pode ajudar a retomar carreiras (muitos, como Leo Jaime, Ritchie e outros artistas que andavam um tanto afastados do grande público, voltam a estar na boca do povo, pois se relacionam bem com a ferramenta e com os seguidores).
Mas, ao mesmo tempo, grandes celebridades precisam entender que esta relação é COMPLETAMENTE diferente da relação que havia antes. Em grande medida, um ataque de trolls (esse povinho que fica fazendo piadinha e esculhambando tudo e todos via web) a uma mega-celebridade como Xuxa seria impensável há poucos anos.
O que euy percebo (e posso estar enganado) é que há um esfacelamento da aura de intocável das celebridades. O grande público vem percebendo que artistas são pessoas comuns, normais. Como essas novas conformações das relações sociais entre artistas e públicos vão influenciar os rumos da publicidade tradicional? Vai valer a pena desembolsar MILHÕES de reais para comprar a chancela de um produto por uma celebridade como, sei lá, Gisele Bundchen (hipotético, viu, gente), que vende creme facial na tv e depois twitta "só saio de casa de cara limpa, odeio creminho"?

b) Celebridade tem de entender que, na internet, cercado pela névoa difusa do anonimato, muita gente age sem a menor educação. Não sabe brincar? Não desce pro play. Twitter, facebook e tudo mais é um a um, e muita gente frustrada com sua própria vida vai aproveitar uma pisada de bola de uma celebridade qualquer para descarregar toda a raiva e falta de educação que Deus lhe deu.. São novas regras, tudo novo. De novo. Com isso, não estou defendendo, em absoluto, nenhum dos ataques que Xuxa sofreu: todo mundo digita uma coisa ou outra de maneira errada mesmo. Mas a celebridade é mais observada que todos nós.

c) Os trolls pegaram pesado, foram grosseiros e estúpidos. Mas nós, publicitários hypes, antenados, digitais, modernos e descolados, muitas vezes, também, não pisamos na bola quando sugerimos ações altamente fechadas em nosso mundinho digital e que não dizem NADA à grande massa?
Para meio mundo, internet é aquele "e" azulzinho no desktop, onde eu clico e entro no uol. Há algo de errado nisso? De forma alguma. Eu, enquanto publicitário, quero falar com você. Se você usa internet explorer 6 (que atrasa o desenvolvimento da web como um todo por não permitir uma série de inovações na construção de sites) o site que eu faço tem de funcionar pra você. Se você quer fazer uma peça que tem uma referência, sei lá, ao The Big Bang Theory, desculpa falar assim na lata, amigão, mas saiba que você se encastelou. Na vida real tem gente vendo é hare baba, zorra total e adotando as modas da novela e tudo mais.
Com isso, não estou dizendo que é pra você jogar no lixo todas as temporadas de Dexter que você comprou na promoção do submarino. Publicitário vive de referência - é parte do seu trabalho ir buscá-las. Mas se isolar do mundo real e do modo como as pessoas vivem é perder a oportunidade de aprender muito.
O bom publicitário vê tudo. De Caminho das Índias a Californication. E, quando um cliente pede pra fazer um banner no uol, não torce o bico e tenta educar o cara pra outras formas mais relevantes de comunicação digital.

Quando perdemos a paciência porque alguém nem imagina o que seja True Blood, não fica feio pro cliente, e sim pra nós;
Quando nós fazemos biquinho pra vida real, os trolls somos nós.

phpinOc6H

Brüno, o filme do cara que fez Borat, é iconoclasta, idiota, inteligente, grosseiro, muitíssimo viado e uma das coisas mais engraçadas que eu já assisti em um cinema em toda a minha vida.

O movimento gay vai chiar.
Quem não é gay vai chiar.
Crentes vão chiar.
Celebridades idiotas vão chiar.
O mundo über fashion vai chiar.

E, diferente do que possa parecer, ninguém ri de gays nesse filme. No máximo, ri do mundo que ri de gays; mas todos os outros estereótipos do mundo das celebridades são desnudados (em algumas cenas, literalmente), esmigalhados, esmiuçados.

(O próximo parágrafo é um spoiler light - será o único de todo post, mas se você deixar de assistir ao filme por conta disso você merece uma voadora na goela. Se você tem essas bobagens, pule o próximo parágrafo. Aliás, pule este post. Considere também pular este blog. Titinhagem não dá.)

O cara mostra como grupos que se propõem a "recupoerar gays" na verdade não recuperam ninguém; o pastor que atende Brüno numa sessão de terapia hetero é tão claramente gay incubado que é IMPOSSÍVEL não se esfalfar de rir. Mas todo mundo leva sua porradinha: o cara coloca a Paula Abdul sentada nas costas de um mexicano, que se joga no chão em troca da promessa de ganhar uns trocados. Enquanto isso, Brüno, enfiado em um modelito über fashion pergunta "pra você, o que é ajudar em movimentos sociais de países de terceiro mundo?". Ela responde: "ajudar é minha vida, é como respirar". E se estica pra pegar um copo d´água nas costas de outro mexicano que fazia as vezes de mesa.

Pode voltar a ler daqui.

Eu quase me engasguei de tanto rir.
Eu e as nove ou dez almas que estavam na sessão ontem à noite.

E, confesso, fiquei com vergonha uma hora lá durante a sessão.
Não do filme, mas do volume sonoro de minhas gargalhadas maníacas.

Brüno é de um humor inteligente que mexe com os preconceitos da platéia. Às vezes é só grosseiro, quase sempre é brilhante. É o preço de andar no fio da navalha.

Vá. Ontem.

Post originalmente publicado aqui.


Céu, aquela cantora mega-gostosa, lançou disco novo.
Chama Vagarosa. É foda.

Tô numa fase de cantoras: Fernanda Takai, Céu, Mariana Aydar, Ana Cañas.

Mas Céu é a mais inventiva, a mais original e a mais gostosa. Ouça ontem. A versão dela de Concrete Jungle, do outro disco, é melhor que a versão original. Ela faz seus próprios backing vocals, e são soberbos. Sempre.

Aquele "jungle, jungle, jungle" me mata...

E o disco novo tem uma vibe bem dub, uma coisa que é reggae sem ser insuportável.
É uma das coisas mais modernas da MPB.

A melhor, pra mim, é a "cordão da insônia".

Aqui, pesquisando "vagarosa", você acha.


A Ideia 3 disputa com outras grandes o posto de segunda agência mais bacana da Bahia - o primeiro lugar, como todo mundo sabe, é da CDLJ Publicidade ;)
Daí a galera de lá abriu vaga pra redator júnior.
Uma excelente oportunidade. Vai lá.

Gentes, a demora em postar por aqui também tá me matando, mas a vida ruge, assim como os jobs paraquedas.

Preparando novidades SUPIMPAS para o diariodacriacao. AGUARDIS E CONFIRIS.

Enquanto isso, vocês merecem uma explicação a respeito do designer macho. Xô explicar.
O designer macho pode ser homem, pode ser mulher e, inclusive, o designer macho pode ser gay. Mais que alguma coisa relacionada com a sexualidade do indivíduo, a macheza no designer é um movimento emcampado pela criação da CDLJ (que tem mulher) pra acabar com a firulagem no design.

Tudo começou com Rodrigo Pataro, outrora estagiário atômico diretor executivo dos batucadores de teclado.
Ele, assim como grande parte da minha criação, é um ogro do bem.
Não curte twitter e essas modernagens.

Quando pinta uma dúvida, ele vai pro Orkut.

Já estudou e aprendeu MUITA coisa em fórum do orkut, e hoje se dedica a escaldar newbie que chega na comunidade do illustrator perguntando "como faz power clip do corel no illustrator". Quando eu comprei um imac, do véio, pra uso exclusivamente pessoal, pra botar em casa, ele chutou o pau da barraca.

"Colé, Jorge? Daqui a pouco você vai começar a ouvir psy-trance escandinavo e comprar aqueles óculos de armação de tartaruga".

Daí, esse talentoso exemplar de ogro descobriu uma comunidade do orkut chamada "designer macho usa pc". Pesquisa lá que você acha. Usada inicialmente pra me sacanear, em pouco tempo a comunidade virou um ponto de encontro da galera roots do design. É muito engraçado.

E a macheza no design terminou virando um manifesto. O que mais rola por aí é prottótipo de designer que diz que "só trabalha com software tal", "só sabe fazer tal coisa com tablet" e "não entende como alguém consegue fazer tal coisa sem tais e tais referências".

Software é bom, Tablet também, referências idem.
Mas o cara que é raçudo e cai pra dentro do job com vontade resolve até com lápis e papel de pão.

Ideia, afinal de contas, se registra como der.
E é a grande ideia que conta.

Daí você, jovem e afobado leitor que deseja entrar para a confraria do design macho, acompanhe abaixo algumas da regrinhas:

- Designer macho corrige cor de foto em monitor com imagem lilás de solda fria e pixel queimado. E acerta.
-
Designer macho não precisa de computador. Dê-me um pedaço de tábua e um machado e terás um layout.
-
Designer macho usa mouse de bolinha sem bolinha.
-
Designer macho não usa tablet: usa caneta marca-texto pra empurrar o mouse de bolinha.
-
Designer macho não usa nem mouse. Move o cursor com as setas do teclado.
-
Designer macho vetoriza marca com a calculadora.
-
Designer macho faz layout em policromia em monitor vga verde e preto.

Esse é o design de várzea, o design moleque, o design parrudo, o design amor à camisa.
O resto é viadagem.


Nós, promotores oficiais da macheza do designer no Brasil, contamos com a sua adesão.



Brilhante. Gênio.



Vídeos assim me fazem ter esperança, ainda, na propaganda.
Lindo e muito bem produzido.



Eu acredito tanto nisso que abri uma agência pra isso.
;)

Um abraço e bom final de semana.

Tanto tempo sem novidade, né, queridinhos?
Correria insana na agência. Mas essa eu tinha que postar.

Saca a propaganda da Riachuelo, né? Aquela lindinha, da cama e tal...

Untitled from tiago on Vimeo.



Parece bem o aquele lance do dreams of flying, que mostrei aqui tem um tempinho, lembra?
Daí hoje recebi esse vídeo aqui...

Oren Lavie - Her morning elegance from Bruno Garcia on Vimeo.



E mais esse:


E aí?
Speechless é pouco.
Eu tô é abobado.

Dica da sempre esperta @CorraLola.

A microsoft possui, pelo menos entre os amantes da tecnologia, por não ter lá um viés muito criativo em seus lançamentos. Mas o vídeo do project natal me empolgou sinceramente durante essa semana. A idéia é que o Xbox 360, o console de jogos da gigante de Redmond, poderia ser controlado com movimentos do corpo, que seriam captados por uma câmera.

Melhor que explicar, é ver. Se isso for real, a microsoft pode estar lançando um novo padrão para interface de games que é simplesmente revolucionário, embasbacante e fodão.

Ah, e o nome! Segundo a wikipedia:

O nome "Natal" faz referência a cidade brasileira de Natal no Rio Grande do Norte. "Um de nossos pesquisadores, Alex Kipman, é do Brasil e ele escolheu a cidade de Natal como um tributo a seu País. Além disso, ele sabia que Natal também significa nascer, em latim. Considerando o novo público que será atraído ao Xbox 360 pela novidade, o nome encaixou perfeitamente”, respondeu a empresa.


Assista:

Correria insana desde a volta de Sampa, onde estive no Social Media Brasil.
Contradizendo o título do post, isso não é uma desculpa. Tá mais pra comunicado.
Preparando vários posts para a semana. Pelo menos um por dia.
Pinte por aqui e confira.

Marcelo Trevisan, designer, meu cunhado e campeão e patinação artística no gelo mandou avisar sobre cursinhos legais que vêm por aí. Tem um com o Rico Lins, que broca, e uma exposição. Programe-se. Afinal, referência nunca é demais:

“Cartaz e Expressão”
com Rico Lins, designer gráfico, membro da AGI - Alliance Graphique Internationale
Palestra: 19 de junho de 2009, às 19h
Workshop: 20 de junho de 2009, das 10h às 18h

“Precisão e Poesia”
Encontro com a curadora: 28 de junho de 2009, às 17h
com Bebel Abreu, Mandacaru Design
Vagas limitadas. Inscrições gratuitas pelo telefone (71) 3322-0958

13:15



Há tempos este humilde blog não fala de música.

Vamo corrigir isso em grande estilo.

O novo disco do Seal, chamado Soul, reúne clássicos do gênero.
Imperdível.
Seal canta demais e os clássicos do soul, como "Here I am (come and take me)" e "A change is gonna come" ficam perfeitas na voz dele.
Seal salva, inclusive, "If you don´t know me by now".
Discão.

Pra ficar melhor, dois vídeos: no primeiro, seal canta "in a man´s world", também do disco. E no segundo, vamo ver o brodi Seal com sua esposa classe A, a ubermodel Heidi Klum, num dueto inusitado no desfile da Victoria´s Secret esse ano.



13:10

Realmente importa?
O que conta mesmo é que passa o recado e é ALTAMENTE viralizável.

Cara, de vez em quando rola esse tipo de post aqui, e fica parecendo que eu quero puxar saco de leitor, mas eu queria agradecer muitíssimo a todos que vêm passando pelo diário da criação, que linkam, que comentam, que divulgam, que usam de qualquer modo.
Do começo despretensioso (minha idéia era reunir resenhas de coisas que eu gostasse pra poder depois voltar a ver e tal), esse blog se tornou uma coisa muito querida e importante. Me trouxe novos amigos, novos conhecimentos e novas parcerias. E isso conta muito.
É trabalhoso fazer, mas é muito bacana mostrar coisinhas interessantes, levantar temas para a discussão, às vezes provocar... Enfim: manter este blog me torna um ser humano melhor, mas aberto pro novo e um profissional melhor tb.
No último mês, tivemos um baita acesso. Quase 2500 pessoas vieram aqui, quase 4 mil pageviews. É muito pra mim. Pra muitos blogs é uma ninharia, mas me enche de orgulho.

15:44



Eu adoro viver no futuro.

Mas um fato que vem acontecendo muito frequentemente em universidades e cursos técnicos da vida é a confusão miscelânica entre Publicidade, Produção Gráfica, e Design Gráfico. Cadê vez mais leio depoimentos em redes sociais e testemunho situações que para mim são no mínimo sem sentido. São acadêmicos de publicidade demonstrando um interesse exclusivo e incansável na área de Produção Gráfica. Não que essa função dentro de uma agência de publicidade seja menos que as outras, - até acho que está entre as principais - mas entrar em um curso de Comunicação Social para estudar softwares gráficos ao invés de tentar entender a movimentação do mercado, a persuasão, as teorias da comunicação ou até mesmo e simplesmente já que gostam tanto do visual estudar as vanguardas.
Eu assino embaixo. Mais aqui.

Diário da Criação © 2008 | Jackbook | Wordpress Themed adaptado por Jorge Martins.